

De acordo com a minha vivência profissional, associado a algumas leituras sobre o assunto, produzi as seguintes linhas:
"Todo profissional enfermeiro precisa exercer a supervisão no seu local de trabalho, sem a qual os serviços de enfermagem ficariam soltos e tenderiam à queda na qualidade. Precisamos trabalhar a cabeça dos funcionários no sentido de "trabalhe como se estivesse sendo vigiado". Não para fazê-los trabalhar roboticamente e perderem a espontaneidade, mas para que levem o trabalho a sério, otimizando o atendimento à clientela.
Essa atividade é uma função administrativa e que precisa ser bem planejada, ou seja, não pode ser desempenhada de qualquer modo.
Ela é imprescindível para se impor respeito no local de trabalho, para que os supervisionados saibam que tudo está sendo controlado, sem, no entanto, inibí-los no desempenho das suas funções.
O administrador, com o passar do tempo, saberá os momentos de tomar uma iniciativa mais enérgica ou não, para o bom andamento dos serviços.
Ressalta-se que só quem supervisiona, tem padrões para o controle de qualidade, é reconhecido e respeitado. Mas para isso, precisa desempenhar essa função com cautela, tendo o famoso “jogo de cintura”, que envolve postura, bom senso e uma série de conhecimentos teorico-práticos.
Em outras palavras, supervisionar significa controlar, analisar, infiltrar-se nos serviço (vivenciar o setor); buscar adequações com os recursos disponíveis, manter vigilância, direcionar ou redirecionar, organizar...enfim, comparar o ideal com o real, fazendo o quanto possa para aproximá-los.
Além de tudo, essa atividade precisa ser bem conduzida. O primeiro passo seria a cúpula administrativa escolher o profissional correto para um determinado setor (identificação com o mesmo), pois há enfermeiros que não gostam de assumir a linha de frente, sendo mais assistenciais. Se for o caso, pode-se fazer um curso de capacitação para os futuros gerentes.
Aproveitando o ensejo, esse curso deveria ser anual, para atualizar os supervisores já em exercício.
No entanto, nomeação não basta. Esse enfermeiro precisa de tempo e condições para exercer essa atividade. Quando ele é responsável por outros serviços, em concomitância, algumas dessas partes, se não todas, ficam comprometidas nos resultados esperados. Com muitas tarefas, que tempo ele terá para se concentrar na supervisão, para "sentir" o setor?
Seria apenas um faz de conta de supervisão, o que é completamente maléfico para a qualidade da prestação dos serviços de enfermagem.
Supervisionar com os olhos dos outros, à distância, através de relatos, restringindo-se a assinatura de papéis, nada tem a ver com essa função administrativa.
E mais: o enfermeiro coordenador deve ter o espírito de agregação entre os chamados usuários internos (funcionários) e externos (clientes). Não deixar o serviço se desestruturar por bobagens, comprometendo o relacionamento com a clientela e entre os diversos profissionais. O enfermeiro precisa saber distinguir quais são as necessidades coletivas e individuais, tendo em vista que os objetivos institucionais estão acima dos pessoais; procurar conhecer a missão e filosofia da empresa, bem como as peculiaridades de cada membro da equipe de enfermagem.
Para exercer a sua autoridade, não precisa ser autoritário, antiético e intolerante. Precisa saber ouvir e ponderar as diversas situações problemáticas, vivenciadas no setor sob a sua responsabilidade.
Outro ponto importante, é ser de fato “profissional” e imparcial na resolução de problemas, por mais que tenha amizade ou outro tipo de relacionamento extra-muro, com quem quer que seja dentro da instituição.
Pelo que se pôde observar, supervisionar adequadamente não é impossível, mas é complexo, e requer dos enfermeiros diversas capacidades pessoais e profissionais, que só podem ser lapidadas com a vivência do dia a dia e o estudo continuado".
Esse foi um dos subsídios para esse texto:
Liberali j, Dall'Agnol CM, Supervisão de Enfermagem: um instrumento de gestão. Rev. Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre (RS) 2008
A palavra tem origem no latim odiu.
O ódio pode se basear no medo a seu objetivo, já seja justificado ou não. O ódio é descrito com frequência como o contrário do amor, ou a amizade; outros, como Elie Wiesel, consideram a indiferença como o oposto do amor.
O ódio não é necessariamente irracional. É razoável odiar pessoas ou organizações que ameaçam ou fazem sofrer".
A compaixão diferencia-se de outras formas de comportamento prestativo humano no sentido de que seu foco primário é o alívio da dor e sofrimento alheios. Atos de caridade que busquem principalmente conceder benefícios em vez de aliviar a dor e o sofrimento existentes, são mais corretamente classificados como atos de altruísmo, embora, neste sentido, a compaixão possa ser vista como um subconjunto do altruísmo, sendo definida como o tipo de comportamento que busca beneficiar os outros minorando o sofrimento deles".
"Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afetiva, a princípio sem características romântico, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. Mas também há pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência.
A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos tem na vida. Em caso de perda da amizade, sugere-se a reconciliação e o perdão. Carl Rogers diz que a amizade "é a aceitação de cada um como realmente ele é".
"Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor".
A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes.
A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popularmente falando, a arma dos "incompetentes.
Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual".
Como podemos observar, nem sempre sabemos identificar o que sentimos e o que os outros sentem por nós.
Cabe salientar que o ser humano é um pote de sentimentos, de uma variedades deles. E cada um pode estar guardado conosco, nas nossas profundezes, ou ter seus momentos e eclosão para o mundo.
Ninguém é tão "rochoso" que não sinta nem uma saudade, e nem tão "mole" que viva morrendo de amores.
Cada um de nós passa por várias experiências sentimentais, e só com a maturidade que saberemos distinguir adequadamenste um sentimento do outro.
Um dia a gente chega lá!