domingo, 10 de maio de 2009

Mulher de verdade

"Estou apaixonada, mas essa relação não me trás muitos benefícios".
E aí? Vai continuar porque "entre quatro paredes ele é único", ou então porque "eu não queria ficar sozinha". E mais, porque "nossas famílias e os amigos já estão tão coesos..."
Pura falta de pulso.
Deixar o coração prevalecer sobre a razão? Continuar errando, levando...pra quê? Para dar uma satisfação para a sociedade?
É...e pensar que tem por aí, aos montes, mulheres que têm tudo para serem livres e felizes, emancipadas e que acham um problema, e continuam com ele...
Deus me livre...estamos ficando velhas e não burras...

sábado, 9 de maio de 2009

Que situação...

Nós, profissionais da área da saúde, estamos sofrendo na pele "os caos" - na vida pessoal e profissional, que já existe há algum tempo e agora está bem pior.
Como se não bastasse não sermos formados adequadamente na academia, para nos defrontarmos com a realidade do adoecimento (próprio, de familiares e dos clientes), quanto mais o tempo passa, temos que buscar mais e mais forças para continuarmos trabalhando.
Se analisarmos bem a nossa situação, não estamos vivendo,estamos SOBREVIVENDO!
Falta de isonomia salarial, proventos baixos, cortes e mais cortes no pagamento, piora nas condições de trabalho , aumento das exigências e na carga de trabalho...
Onde vamos parar?
E depois ainda tem quem não entenda o porquê de tanto adoecimento - principalmente psicológico - desses profissionais.
Pode observar o índice de absenteísmo.
Somos uns pobres coitados. Passamos boa parte do dia trabalhando, nem temos tempo de almoçar com a família, tempo de pegar um banho de sol.
Vivemos com medo, acuados...dentro e fora do trabalho, a nossa vida está muito difícil.
Dormindo ou acordado, corremos o risco de termos a nossa privacidade invadida, nossos bens roubados descaradamente...Vivemos preocupados com os nossos filhos. Não podemos colocá-los numa redoma de vidro, mas hoje em dia não dá mais nem para ficar numa praça sossegado.
E em pensar que isso tudo é fruto do próprio homem, fruto de muito egoísmo, de mau senso, falta de altruísmo, de DEUS no coração...
Mas apesar de tudo isso e muito mais, somos abençoados.
Devemos todos os dias agradecer á DEUS por estarmos resistindo, continuarmos na batalha. Só Ele para nos escutar e nos confortar.
Agora, o que não podemos é desistir, principalmente quem tem dependentes.
Deprimiu, busca-se ajuda. Foi assaltado? Lavanta-se e recomeça. Foi injustiçado? Entrega-se para DEUS. Sei que escrever é fácil...
O bom de tudo isso é ser bem intencionado, resignado, ter a consciência limpa. O bom é não ser rico, mas ter o que se possui com dignidade.
Qual a saída, a alternativa para nós? Só DEUS mesmo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Simplesmente, mamãe

Esse nome tão pequeno diz tanta coisa...
Quando se estende um pouco,torna-se uma palavra adocicada e de um brilho sem igual: MAMÃE!
Observando uma de perto, principalmente ao lado da sua cria, percebemos que não é um ser muito normal, não.
Nem precisa explicar muito:às vezes dá uma de guru, de vidente, de exagerada, de psicótica...Capaz de fazer coisas que até Deus duvida, para proteger, cuidar, dar conforto ao seu filho. Só sendo mãe para entender o porque de algumas ou várias atitudes estranhas.
A mãe de verdade não quer muita coisa da vida, só TUDO DE BOM PARA O SEU FILHO! Ah,quem dera...só isso a faria completamente feliz nessa vida. Mas como isso é impossível, ela vive tendo uns surtos. E às vezes só de pensar em acontecer algo de ruim para a sua cria.
É um amor único, um sentimento profundo, uma maneira ímpar de ser. Também, não é pra menos. O filho é um pedaço da mãe, veio de dentro do corpo dela...
No próximo dia 10, há uma comemoração para a mesma. Na verdade, é mais comércio. Muitas das vezes, o que ela quer não é nada material.
Dia das mães é todos os dias, pois além de mulher, ela é uma verdadeira guardiã daquele ser que colocou no mundo; ser este que pode completar 70 anos, mas seu instinto maternal perdura até que a morte os separe.

Que bom ser mãe, que felicidade ter um filho!
Parabéns de verdade à todas as que receberam a dádiva divina de possuir um filho!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Sobre Pressão Alta



Ontem assistimos uma palestra sobre a hipertensão arterial.
Esse assunto nos faz abrir um leque de idéias.
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Está cada vez mais difícil o ser humano que não tem casos de hipertensão na família.
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Temos percebido que muitos colegas de trabalho, em algum momento, apresentaram elevação nos níveis pressoriais. A causa é multifatorial, sabemos. Mas realmente, quem é da área da saúde, não raro se estressa, tem que trabalhar muito para ganhar razoavelmente bem, e não tem tempo para se cuidar, fazendo exercícios físicos regulares, comendo adequadamente e dormindo direito.
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Às vezes, também, "tomamos remédio para uma coisa, que mexe com outra", como por exemplo: tomamos um anticoncepcional ou um corticóide, que pode provocar o aumento no nível tensional.
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O fato é que é uma "doença democrática e por vezes silenciosa", ou seja, não escolhe idade, cor ou sexo e por vezes não dá sintoma algum!
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Existem dois tipos de tratamento, que é o medicamentoso e o que não o é (dieta e exercício).
O caso é que esses tratamentos precisam contar com a consciência e a perseverança de cada cliente, pois um ou outro, ou ambos precisam ser seguidos PARA O RESTO DA VIDA!
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Ouvi dizer que tem o chamado "paciente cíclico", que consegue manter seus níveis pressoriais aceitáveis quando emagrecem e fazem a atividade física contínua e adequada. Mas que depois "relaxam" e voltam para o fármaco. Depois se concientizam, e o médico retira o remédio, e assim vai.
A escolha é nossa!Tratamento medicamentoso ou não, mas TRATAMENTO SEMPRE!
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Em consulta de enfermagem, precisamos ser veementes ao orientar sobre essa afecção. Devemos ir logo diréto ao assunto: "Se você não se cuidar, pode ter um derrame, pode enfartar, pode ficar dependente de uma máquina de hemodiálise, ou até mesmo ficar cego. É o resultado da hipertensão mal tratada ou não cuidada, nos chamados órgãos alvo. Que tal?
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Ainda tem um agravante: técnica de verificação da pressão de forma inadequada!
Não existe essa questão de verificar a pressão com um aparelho manual sem o estetoscópio!Está com medo de adquirir otite, passe um algodão com álcool a 70%, por três vezes nas olivas!
Precisamos estar atentos aos técnicos e auxiliares de enfermagem que por ventura não estejam fazendo o procedimento correto. E mais, é necessário checar periodicamente o nosso esfigmomanômetro e o estetoscópio, para possível necessidade de substituição.
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É bom lembrar que existem os apartelhos manuais, os automáticos e os semi-automáticos, e que CADA UM TEM O SEU MODO DE SER UTILIZADO!
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Quem se ama se cuida, e quem ama cuidar, cuida de modo adequado!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Sobre a INVEJA


Como disse Francisco Quevedo: " A inveja é assim tão magra e pálida porque morde e não come"
Corretíssimo!
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Ela pode se manifestar de diversas formas: crítica, ofensa, intriga, indiferença...
Incrível! Existem pessoas que levam isso tão a sério ao ponto de prejudicar o "beneficiado". Esse prejuízo pode se dar de várias formas: o invejoso pode denegrir a imagem da pessoa, prejudicar a mesma no local de trabalho, nas suas relações pessoais...pode causar males estares com as suas críticas...enfim.
Esse indivíduo, ao invés de reunir forças para se desenvolver, pára no tempo para viver a vida alheia. E seu prazer incomensurável é saber de algum tropeço dessa vítima. E se presenciar, pronto ganhou o dia! E quanto maior o tombo, melhor é!
Eu, heim...
Noto que existem pessoas que não têm brilho algum, que podem até ter potencialidades, mas são covardes e não seguem à diante, talvez por medo. E quem ousa e de alguma forma se beneficia com isso, incomoda. Mas incomoda muuuuuito mesmo. Principalmente se há evidências claras disso.
Na verdade, "A inveja de muitos anuncia o merecimento de alguns" (Marquês de Maricá), e se trata de uma forma lastimável de admiração.
Relembro que ela é um dos pecados capitais do cristianismo, e tem como simbologia um olho verde. Daí o chavão "verde de inveja".
É muito triste e por vezes degradante.
A alternativa é orar e ser inteligente, para fazer dela uma mola propulsora,um termômetro na vida. Quanto maior a inveja, é sinal de que melhor se está.
Um conselho:"Não grite sua felicidade tão alto, a inveja tem sono leve".
Temos que ter o cuidado em dividirmos, divulgarmos as nossas felicidades, pois com isso, poderemos nos prejudicar, pois, como diz o sábio filósofo Zéca Pimenteira, "tem muita gente de olho goooooooooooordo...". Verdade pura.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Relacionamento a dois


Coisinha difícil de escrever, viver e explicar...
Mas...para quem já teve algumas experiências, dá para arriscar algumas linhas despretensiosas.
Entre acertos e erros na vida amorosa, penso que, sem admiração e respeito,nem um relacionamento se desenvolve de maneira saudável. É lógico que por trás disso tudo o grande sustentáculo é o sentimento puro e verdadeiro: o amor. Falo de amor mesmo, e não daquele fogo passageiro da paixão.
Outro ponto importante é a capacidade de comunicação. Se quisermos conservar o relacionamento, precisamos saber conversar, e muito bem. Se o casal se gosta de fato e se os envolvidos se respeitam, só têm a ganhar com isso. A pior coisa é ficar remoendo mágoas, alimentando desconfianças, conservando incertezas...
Com tantos problemas que já enfrentamos no nosso dia a dia, adquirir mais um? Não!!!!Para quem se gosta e se julga inteligente, foge de relacionamentos doentios e causadores de inquietude.
Alguns estudos revelam que muitos casais brigam por questões financeiras. Isso acaba com qualquer amor, mesmo.
Na verdade, muitos dos conflitos são fruto de desequilíbrio de afeto (um gosta mais do que o outro)e/ou individualismos.
Pôxa, muito mais fácil ser leal e sincero: pronto, já não gosto mais como antes! Não é fácil, mas todos temos o direito de sermos felizes. Não deu certo, parte-se para outra.
E mais, só briga por dinheiro quem é mesquinho, egoísta ou quem não gosta do companheiro (a) de verdade. Precisamos saber dividir. Mulher trabalha tanto quanto homem, então? Vamos dividir, com bom senso, carinho, na base do diálogo...
Tudo é conversa, ternura, sinceridade, companheirismo.
O relacionamento a dois é uma verdadeira orquestra onde ambos precisam se ajudar a afinar o seu instrumento. Se a música oriunda da vivência do casal não estiver acariciando os tímpanos e causando sensações agradáveis, melhor acabar com o orquestração.
Algumas vezes, é melhor ficar só do que mal acompanhado; melhor o silêncio à uma sinfonia estridente e descompassada.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Pensando bem...


Só vivendo mesmo para aprender...
Há uns dez anos, quando eu fazia residência em enfermagem, deparei-me com uma situação que me foi muito proveitosa. Gosto muito de dividir esse "mico" com outros profissionais.
No auge da Sistematização da Assistência de Enfermagem, cá estava eu, admitindo um cliente e louca para diagnosticá-lo.
Há alguns anos ele teve osteossarcoma (tumor maligno que acomete osso), o que lhe causou a amputação da sua perna esquerda atá a altura do joelho. No coto de amputação surgiu-lhe uma pequena nodulação bem endurecida e indolor. Ele internou apenas para biopsiar o local para averiguar se não se tratava de uma metástase.
Pois bem, mas olhando-o de cara, com a minha santa ingenuidade de recém-formada, vi nas suas muletas um problema! Óóóhh... E lasquei-lhe o seguinte diagnóstico de enfermagem: "Mobilidade Física prejudicada relacionada à deficiência e ao uso de muletas...". Crente que eu estava abafando. Pois é, nada a ver. Na verdade ele se locomovia muito bem, e talvez até melhor do que eu que teho duas pernas. E ólha a prescrição de enfermagem: "auxiliar na deambulação, no banho, nos demais cuidados higiênicos"...enfim, um bando de "auxiliar" sem a mínima necessidade. E sabe quando eu percebi isso? Com o passar dos dias, vendo a desenvoltura do mesmo, que na verdade não tinha nem um diagnóstico de enfermagem e estava em autocuidado. Que vergonha...
Pois é. Se eu tivesse obeservado e conversado mais com o mesmo, não teria me equivocado redondamente.O raciocínio clínico foi inadequado porque caí no erro de tirar uma conclusão precipitada e super errada.
Mas valeu a lição.

terça-feira, 24 de março de 2009

Posso ajudar?


A vida nos ensina tantas coisas...
Ontem me ocorreu algo interessante, que só me fez reforçar a questão de que:
"antes de ajudarmos alguém, precisamos saber se o beneficiado aceita. Mesmo porque algo que nos parece incomodar o outro, na verdade pode não o incomodar". E mais, ao invés de ajudarmos, podemos piorar a situação.
Bonito, hein? Quem mandou se meter onde não é chamada?
Boa intenção não basta.
O fato é que, uma senhora bem idosa estava sentada num coletivo, numa cadeira reclinável. A vi muito apertada, pois o assento não estava em "L" e sim em "V"e achei que ela estava mal acomodada. Fui logo falando: "senhora, essa cadeira é reclinável e é por aqui que mexemos...". A sua neta, sentada ao seu lado, agradeceu-me e sinalizou que eu fizesse o favor.
Mas a idosa aborreceu-se com nós duas, e nos xingou. Pediu que a deixássemos em paz.
Pôxa...magoei.
Voltei a cadeira pro lugar, saí do ônibus e esse simples fato me fez refletir.
Ela tem toda a razão. E eu não posso me chatear; taõ pouc fazer generalizações pelo fato.
Então, "antes de ajudarmos alguém (apesar de estarmos bem intencionados), precisamos ter a permissão da pessoa para isso".

segunda-feira, 9 de março de 2009

Matando um leão por dia











-"Tu tens que estudar, pois o concurso está para chegar. Já tem gente fazendo até curso para o concurso..."
-"Esse check list de tarefas no trabalho não pára de crescer...vamos, anda logo, vai checando o que for fazendo..."
-"Já providenciou isso, aquilo..."
-"Vamos lavar as mãos?...de novo...outra vez..."
-"E aquelas consultas médicas, para quando vão ficar?"
-"E as consultas da filha, vamos, anda logo, agenda..."
-"Ainda nem pagaste tal conta..."
-"Até hoje ainda não acessou tal site, né? Olha..."
-"Xiii...nem conversou com a filha. Nem perguntou como foi o dia de hoje...que coisa..."
-"Anda, acorda...mas te espreguiça antes, faz umas caretas, te aquece. Te calça antes de te levantar..."
-"Vamos, anda logo, precisa encarar um banho gelado..."
-"Vamos, anda logo, te veste e toma café...não esquece do remédio para o estômago antes do café..."
-"Vamos logo, anda rápido, para não chegar tarde no trabalho, se não te descontam e além do mais não e correto..."
-"Já falou com Deus hoje, óra..."
-"Olha, olha a hora, lancha, toma água, urina..."
-"E o celular, onde anda? Cadê o carimbo..."
*********
Essas são algumas das muitas frases que me falam (ou eu me falo)todos os dias.
Sempre tem algo pendente, sempre tenho cuidados a tomar.
A cabeça da mulher atual anda desse jeito.
Parei para refletir e descobri o porque da minha mente hiperpensante, o porque da dificuldade de me desligar para refazer as energias.
É assim mesmo...mulher, mãe, enfermeira, estudante, que passa mais de doze horas em atividade...
O lançe é reconhecer a situação e ter jogo de cintura para enfrentar as adversidades de modo inteligente, sem estresse ao extremo.
Apesar de tudo, agradeço à DEUS, pois se tenho acumulo de tarefas é porque estou viva e tenho capacidade de ser responsável por muitas coisas nessa vida.
Mas olha, não é fácil, dar conta de tudo.
É por isso que falo que a mulher de hoje é forte, mata um leão por dia.
E viva os dias das mulheres, que são todos os dias do ano!

domingo, 1 de março de 2009

Nova Era

Estamos na era das mentes sedentárias em corpos sarados.
Nunca se preocupou tanto com a forma física. E a cabeça, como é que fica?
A excessiva preocupação com a imagem exterior é uma epidemia mundial (pandemia).
Mas o que temos feito para melhorar a nossa psique?
É preferível gastar dinheiro com cirurgia estética e salões de beleza a custear sessões de psicoterapia ou análise, por exemplo.
Parece que é mais prazeiroso comprar revistas de dieta ou com estampa de gente bonita do que adquirir livros de auto-ajuda (que por sinal são muito bons)e entretenimento para exercitar os nossos neurônios.
A incidência de desequilíbrios psicológicos tem se tornado progressiva com o avançar dos tempos.
Sabe-se que a causa é multifatorial. Mas a cultura atual da magreza exacerbada contribui muito para alguns transtornos mentais. Isso invadiu a mídia e penetrou facilmente na mente humana.
Quem já está bonito, por vezes deturpa sua auto-imagem, e procura mais e mais a perfeição (já estando muito bem de aparência). Doença pura.
Por outro lado, os não tão belos, depreciam-se e mergulham num poço da depressão.
Incrível. E para piorar, parece que estamos numa cegueira coletiva. A felicidade está d-e-n-t-r-o de nós, e não do lado de fora. Esse ajuda, mas não é tudo.
O fato é que precisamos estar em plena forma física E mental. E essa forma, em relação à saúde e não à beleza (que é secundária em importância).
Tomara que nos acordemos à tempo, pois se a humanidade continuar dessa forma, não teremos descendentes para contar história.