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domingo, 10 de abril de 2011


Engana-se quem pensa que "é uma pena" que o assassino das crianças em MG está nua boa, depois que exterminou a todos e a si.

Bom, pelo pouco que sei sobre a doutrina, esse espírito involuiu mais ainda, e terá que galgar caminhos longos para pelo menos diminuir as suas dívidas que adquiriu, nessa última e infeliz encarnação.
Esse deve estar "bolando pelo umbral", que é um local cheio de negatividade, onde a pessoa que acabou de desencarnar e está cheia de podridão na lama, vai parar e permanece por muito tempo no sofrimento. Com sujeira, escuridão, sentindo tudo de ruim. Segundo a doutrina espírita, quem mata, adquire dívidas a serem pagas na próxima reencarnação ou no plano espiritual mesmo. E quem se mata, mais ainda! Imagine: até agora, foram 12 crianças, mais umas quantas hospitalizada. Fora o mal psicológico que deixou nas pessoas que sobreviveram. Pôxa, tá revoltado com a vida? Vai matar quem não tem nada a ver? Mais uma prova de que a beleza incomoda. Escolheu à dedo as meninas, e as mais bonitas! Está claro de que esse rapaz se sentia infeliz, rejeitado e vivia preso no próprio mundo. Mas isso serviu de alerta para que fiquemos atentos à pessoas com este tipo de comportamento. Outro alerta é para as escolas e outras instituições de ensino. O indivíduo chegou como palestrante? O porteiro já deveria saber da chegada do mesmo, ou então checar o que ele disse, interfonando para algum lugar, antes de autorizar a sua entrada. Pode parecer "exagero", mas não é. Existem provas de outras barbáries: crianças que foram roubadas de dentro da própria escola. Mas agora, o que virou moda, foi o extermínio em massa! Foi muuuuuito fácil para ele, chegar no local e agir. Sobretudo porque foi aluno desta escola. Como diz o ditado, "que a gente só coloca grade em casa depois que o ladrão entra", que isso sirva de exemplo e as instituições de estudo de fato reforcem o cerco no que se refere à entrada de pessoas estranhas ou não, dentro desses locais. Agora, saber não basta, todos temos que AGIR! Cada um pode fazer a sua parte, divulgando o assunto, como eu.